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Rastreamento de trissomia 21 em gestações gemelares pela idade materna e da translucência nucal em 10-14 semanas de gestação.

OBJETIVO:

Para determinar a prevalência de aumento da translucência nucal em gestações gemelares e avaliar rastreio de trissomia 21 por uma combinação de espessura translucidez e idade materna.

PROJETO:

Estudo de triagem prospectivo de 10 a 14 semanas de gestação.

LOCAL:

Centro de Medicina Fetal.

POPULAÇÃO:

22.518 auto-selecionados gestantes de 10 a 14 semanas de gestação, incluindo 21.477 singleton e 448 gestações gemelares com fetos vivos.

MÉTODOS:

Translucência nucal foi medida por exame de ultra-som em 10-14 semanas. Sensibilidade e taxas de falsos positivos do rastreio da trissomia 21 por uma combinação de espessura da translucência da nuca do feto e idade materna foram calculados.

MEDIDAS PRINCIPAIS DO RESULTADO:

Prevalência de espessura translucência nucal aumentada e detecção de trissomia 21.

RESULTADOS:

Nos 448 gestações gemelares da TN estava acima do percentil 95 da faixa normal (para comprimento cabeça-nádega em singletons) em 65/896 fetos (7,3%), incluindo 7/8 (88%) com trissomia do 21. Translucidez aumentou também esteve presente em quatro fetos com outras anormalidades cromossômicas. Nas gestações cromossomicamente normais gêmeos a prevalência da translucência nucal aumento foi maior em fetos de monocoriônica (8,4%, 16/190) do que naqueles com gravidezes dicoriônicas (5,4%, 37/688). O risco mínimo estimado para trissomia 21, com base na idade maternal e espessura da translucência da nuca do feto, foi de 1 em 300 em 19,5% (175/896) dos gémeos, incluindo todos os oito dos pacientes com trissomia 21.

CONCLUSÕES:

Em gemelares a sensibilidade da translucência nucal no rastreamento de trissomia 21 é semelhante à que em gestações únicas, mas a especificidade é mais baixa porque translucidez é também aumentada em cromossomicamente normais gestações gemelares monocoriônicas.

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